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QUEIMADA ARMAMAR PORTUGAL - Page 3

  • ESTADO QUER SER SENHORIO DE TODOS OS PROPRIETÁRIOS

     

    (Com os valores exorbitantes do IMI, o Estado quer ser senhorio de todos os proprietários, usufruindo de uma renda ilícita.
    Uma violência fiscal, uma prepotência medieval, uma pedrada mortal no já debilitado mercado imobiliário)
    Perante o quadro fiscal vigente, aplicável aos imóveis, é justo que os portugueses se questionem sobre o risco de se ser proprietário, neste país. Já não falo na questão do arrendamento, outro problema que merecia, por si só, vastos e abonados artigos sobre o que foi a derrocada do mercado de arrendamento, e o que será no futuro.

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    Mas, especificamente e sobre a questão fiscal que envolve o acto de ser proprietário, quer seja de terrenos ou de construções, há algo que, de imediato, salta aos olhos da cara: o Estado pretende tornar-se no senhorio de todos os proprietários portugueses. Pretende obter uma renda mensal, mesmo que diluída em 2 ou 3 prestações anuais, a que chamou de IMI.
    Com a actualização dos valores patrimoniais, processo que não contesto e, antes pelo contrário, louvo (porque um país tem que ter o cadastro actualizado do valor dos bens imobiliários que os seus cidadãos possuem), poderia pensar-se que haveria maior Justiça na tributação do respectivo imposto, outrora Contribuição Predial, e actual IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis). E assim deveria ser, porque o número de isenções era tal que se criou um sistema anacrónico de tributação, profundamente injusto, desequilibrado e promotor de golpadas.
    Mas tal não aconteceu porque, se por um lado, os valores patrimoniais foram actualizados, (podendo dizer-se, que mesmo com desvios pontuais, se aproximam da realidade comercial), por outro criaram a tentação a quem governa de, por uma simples conta de multiplicar, imaginar receitas excepcionais. Porque o que é escandaloso no IMI, é o valor da tributação, que pode variar entre os 3 e os 5 por mil, anualmente, do valor patrimonial de um prédio.
    Por exemplo: um prédio que tenha sido avaliado em 100.000 Euros (20 mil contos dos antigos), pode pagar um IMI de 300, 400 ou 500 Euros, conforme a taxa de incidência que for decretada pelo respectivo município, for de 3,4 ou 5 por mil. A que corresponde uma prepotente renda mensal (façam as contas) de 25, 33 ou 42 Euros!
    Mas caso se trate de um prédio de valor mais elevado (e qualquer moradia de qualidade média pode contar com um valor patrimonial na ordem dos 200.000 Euros, esta renda mensal ao Estado, será de 50, 66 ou 84 Euros.
    E daqui para cima. Uma casa construída com uma vida de trabalho, e que valha 300.00 Euros, pagará 75 Euros mensais ao Estado.
    Porque a questão está nesta taxa de incidência, que nunca deveria ultrapassar o valor de 1 por mil, como taxa máxima e daí para baixo.
    Esta situação de absoluta violência fiscal, para além de se traduzir numa imensa retracção à actividade da construção e à própria aquisição de habitação própria (principalmente numa altura em que o crédito bancário, para este efeito, está fechado, pelo que era de esperar que houvesse aplicação de reservas pessoais em investimentos imobiliários), conduz a que, que seja ainda proprietário, pense de imediato duas vezes se vale ou não a pena continuar a sê-lo. É o caso de muitos emigrantes que já colocaram as suas casas á venda e que duvidam, e com razão, que valha a pena investir seja o que for na sua terra.
    A situação actual de tributação aos bens imobiliários, traduz-se numa autêntica prepotência do Estado, com consequências visíveis de estagnação do mercado, falência familiar, incumprimentos fiscais, etc., etc.
    O Estado, como pessoa de bem que se pretende ser, não pode usurpar desta forma o direito básico de propriedade que é um dos baluartes da sociedade. Então, que socialize tudo e se torne, de vez, proprietária de tudo e de todos.
    Mas esta violência tem o seu revés. Acham os políticos que basta pegarem numa folha de papel e fazer uma conta, para estarem já na posse de receitas adicionais que lhes salvem as incompetências. Mas desenganem-se, porque isto de estar a contar com o ovo no tutu da galinha, nunca foi boa norma. Porque o nível de incumprimentos fiscais vai aumentar. Porque há quem, apesar de ter algo de seu, como seja uma casa, não possua meios para cumprir com o valor dos IMIs exigidos. Porque a habitação própria não dá rendimento ao proprietário. E mesmo que seja a segunda, ou a terceira, também não, e representou um investimento que, de usual e benéfico para a economia, vai passar a nulo.
    O Estado está a matar o sector na sua voragem de impostos, não querendo ver para lá dos actos de colecta imediata.
    Não mede as consequências e, quando der por ela, tem as Repartições atulhadas de processos por incumprimento, e todo um universo de proprietários a maldizer a hora em que o decidiu ser.
    Mas o que é mais estranho, é esta maquiavélica forma de governar, onde os lucros são capitalistas e os prejuízos socialistas.
    O IMI é um crime fiscal, uma apropriação indevida por parte do estado, para além de um grave crime de peculato.
    Um Estado que age assim, não é de confiança, nem merece que alguém de boa fé, cá venha investir um cêntimo.

    Por Francisco Gouveia, Eng.º
    gouveiafrancisco@hotmail.com

  • filho da terra,reforço do portimonense

    QUINAZ VAI SER O PRÓXIMO REFORÇO

     
    Quinaz no último Atlético - Portimonense

    O médio Quinaz, de 27 anos, vai ser reforço do Portimonense até final da época.
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    O antigo jogador do Atlético, que chegou a acordo para rescindir contrato com o clube da Tapadinha no final da última semana, é esperado em Portimão nas próximas horas para se começar a treinar com os novos companheiros.
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    Quinaz reencontra assim Lázaro Oliveira, treinador com quem chegou a trabalhar na pré-temporada no Atlético, e junta-se a Zambujo, contratado ao Belenenses, nos reforços de Inverno.
     
    EM NOME DESTA PAGINA AQUI DEIXAMOS OS DESEJOS DE MAIORES FELICIDADES E MUITAS ALEGRIAS NO NOVO CLUBE.
     
    autor:carlos tex

  • Freguesia de Queimada

     

     

     

     

     

     

    CONVITE

     

     A Junta de Freguesia de Queimada convida toda a população para a inauguração do monumento da Rotunda do Serradoiro, no dia 13 de Janeiro de 2013 com a realização de uma missa as 11h00 e no final desta a inauguração.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

                                                                                     

     

     

     

  • O A L E R T A -OBRAS COMEÇADAS E NÃO ACABADAS

     

                                                                                                                                                                                                                                                                                      FREGUESIA DE QUEIMADA COM SEU PADROEIRO

    S. PEDRO E S. PAULO

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

     

    EXº SENHOR PRESIDENTE, a população de Queimada pergunta a Vº Exª para quando o fim das obras, sabem que as condições dos Pais não são as melhores, mas estas obras já deviam ter terminado antes da crise, não foram por que motivo?    

     

                   

     

    - Há cerca de doze ou mais anos foram iniciadas as obras no sarradoiro, parque de lazer e rotunda, obras que a população lhe chama as obras de Stª Engrácia que nunca mais têm fim, e dam à rotunda o nome de (a rotunda dos milhares), e em relação aos Lotes de terreno para construção que ficam junto ao inacabado parque de lazer, já ouve alguém interessado em comprar, em que situações se encontram? Se alguém sabe, a população desconhece, para quando o fim destas obras, ou será que as verbas destinadas para estes trabalhos foram desviadas para outros. Quem pode dar resposta a este problema?          

     

    - Na rua do Cotinho (mais conhecido pelo fundo do povo) a obra do precipício começou vai para quatro anos, aí o perigo é iminente, para quando a conclusão desta obra. Quem pode dar resposta a este problema?                                                                                 

     

    - As águas da Freguesia: como é do conhecimento de todos nós já há muitas famílias que não têm dinheiro para pagar a fatura da água, as águas em Queimada estão a ser impedidas de continuar o seu percurso que sempre tiveram à seculos impedidas pela abertura de furos talvez ilegalmente, e outas águas com mais de meio seculo impedidas de chegar ao deposito de baralha, pelo motivo de terem partido a canalização em grande extensão junto à preza de baralha, já lavai muito tempo que isto aconteceu, para quando a reposição da mesma, esperamos que a população não venha a ter que recorrer tão sedo a esta água.  

     

    - A rede de saneamento básico em Queimada data dos anos setenta, é composta por quatro foças situadas: Foça nº 1 – Cortenhal; Foça nº 2- Leiras; Foça nº 3- Casal; Foça nº 4- Lameirão;           

     

    As foças 3 e 4 foram construídas bastante tempo depois, talvez nos anos noventa para servirem a parte do Casal e Cotinho, dá a entender que o saneamento não tem manutenção pelo motivo de não se saber onde ficam as vigias da foça nº 4.

     

    À sensivelmente três ano foi construído o Centro Social de Queimada situado na rua do Calvário nº 27 Cód Postal: 5110-401 os esgotos do centro social foram ligados ao coletor que vai para a foça nº 4 – Leiras, nessa data o Presidente da Junta de Freguesia de Queimada, Senhor Horácio Teixeira Igreja, foi alertado para o que viria a acontecer, fez as diligências necessárias falando com o responsável do Centro social, Senhor Padre Leontino, com o engenheiro responsável pela obra, e por último com o Senhor Presidente da Câmara.

     

    Foi-lhe prometido que ia ser feita uma ETAR o mais breve possível para apanhar toda a rede de esgotos da freguesia, até hoje nada feito, nem a manutenção das existentes é feita.

     

    As foças estão a correr a céu aberto para o ribeiro, estão rotas, mas o mais grave de tudo isto é que a população de Queimada e Figueira regam as suas terras de cultivo com essas águas, como sabem os resíduos do centro social podem ser perigosos para esse efeito, os habitantes do Cotinho não podem abrir uma janela por causa dos maus cheiros que por ali pairam, principalmente no verão.

     

    Um dia quando a direção geral e local de saúde vierem a constatar estes problemas com certeza não vão gostar nada. Fica a pergunta: Para quando a solução destes problemas?                                                                                                            

     

     

     

    A.Carvalho

     

  • nascimento

    chupeta-nuk-citrus-ortodontica-n-2--1787665_2.jpg Damos as boas vindas à bebe Maria Leitão que nasceu no Domingo, dia 2 de Setembro as 11h05min, com 3.400 kg e 48cm na Maternidade Júlio Dinis no Porto

    Aos pais Carlos Leitão e Sara Silva e aos Avós "de Queimada"  António Leitão e Maria Cândida Leitão as mais sinceras saudaçoes e parabens.sem esquecer a titia babada,Elisabete que nos enviou a noticia

  • Cooperativas que se juntaram para viabilizar Subvidouro querem retomar trabalho nesta vindima

    Dez cooperativas do Douro juntaram-se para viabilizarem a Subvidouro, empresa de aproveitamento de subprodutos vínicos que estava em processo de insolvência, e requereram ao tribunal permissão para retomar o trabalho já nesta vindima.

    A Subvidouro, empresa de aproveitamento de subprodutos vínicos, como borras e bagaços, e destilação de vinhos para aguardentes, com sede em Folgosa do Douro, Armamar, entrou em processo de insolvência em setembro de 2011, perdendo toda a vindima desse ano.

    O jurista Miguel Anaya disse à agência Lusa que, entretanto, um grupo de 10 cooperativas durienses juntou-se para recuperar a empresa, tendo apresentado um plano de insolvência que foi aprovado em maio deste ano.

    Só que, explicou, para a homologação definitiva do plano por parte do Tribunal de Armamar, têm de ser cumpridas determinadas condições como a criação de uma empresa que vai suceder à atual insolvente.

    “Vamos abandonar o modelo cooperativo e passar a ter um modelo empresarial, com uma gestão coerente e eficaz, coisa que não existia”, salientou.

    Enquanto se espera pela concretização destas condições aproxima-se mais uma vindima na região demarcada.

    Por isso mesmo, os cooperantes diligenciam junto do tribunal, do administrador de insolvência e da comissão de credores, para que permitam a entrega provisória da empresa de forma a que, já em setembro, se proceda à recuperação da abandonada estrutura industrial e à receção dos subprodutos das vindimas deste ano.

    “É importante não se perder mais um ano de trabalho e da receção dos produtos”, sublinhou o responsável.

    Segundo Miguel Anaya, a decisão final poderá ser tomada no decurso da próxima semana, altura em que vai decorrer uma reunião com o administrador da insolvência e os membros da comissão de credores.

    O jurista classificou a atividade da Subvidouro como “essencial para o Douro” e para a “preservação da genuinidade do vinho do Porto”.

    “É a única entidade que destila aguardente na Região Demarcada do Douro, é a única que pode garantir a genuinidade do produto”, frisou.

    A aguardente vínica é um ingrediente indispensável para a elaboração de vinho do Porto. Cada pipa de 550 litros de generoso pode conter entre 110 a 130 litros de aguardente vínica.

    Depois há ainda a questão ambiental. Os pequenos e médios viticultores durienses estão obrigados a entregar o bagaço das uvas para tratamento e, até ao ano passado, era aquela empresa que os acolhia.

    “Tudo o que é resto de vindima é ali aproveitado e tratado”, referiu Miguel Anaya.

    Para o gerente da Adega de Murça, Mário Artur, “mais do que nunca a reativação da Subvidouro é fundamental para o reequilíbrio e para ajudar a melhorar as receitas dos viticultores durienses, que têm estado em queda nos últimos anos”.

    A empresa foi criada nos anos 80 sob o patrocínio da Casa do Douro. Em 2005, o Tribunal de Armamar decretou o processo de insolvência da Subvidouro, mas a empresa entregou, na altura, uma contestação que incluía um parecer estratégico para a recuperação das dívidas.

    Foi ainda estabelecida uma parceria com uma das maiores empresas do setor da destilaria a nível nacional, a Sociedade Lusitana de Destilaria, que apresentou a insolvência da empresa no ano passado.

  • Nsa Sra dos REMEDIOS 2102

     

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    Programa - 23 de Agosto a 9 de Setembro

     

    23 Agosto – Quinta-feira

    10.00 Horas

    Leitura do convite à participação dos cidadãos de Lamego e seu Termo feito pelo Arauto pelas ruas da Cidade

    21.30 Horas

    Abertura Oficial das Festas da Cidade 2012

    22.00 Horas

    Espectáculo com DOUR`ORQUESTRA
    Av. Dr. Alfredo de Sousa
    No final do espectáculo sessão de fogo-de-artifício

     

    24 Agosto – Sexta-feira

    10.00 Horas

    XXII Torneio de Ténis Veteranos “Nossa Senhora dos Remédios”
    Complexo Desportivo de Lamego, Quinta da Timpeira e V. Nova de Souto D`El Rei

    XXI Concentração Motard à Romaria

    18.00 Horas

    Recepção dos Motards em frente à Escola secundária Latino Coelho

    24.00 Horas

    Espectáculo musical com o grupo SANTA MARIA – Campo de Futebol da Esc. Sec. Latino Coelho

    20.30 Horas

    Torneio Internacional de Futsal “Cidade de Lamego”

    21.30 Horas

    Concerto da Banda “Acordes del Duero” – Soria – Espanha
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

    22.30 Horas

    Espectáculo musical com o grupo “Semblante”
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    25 Agosto – Sábado

    10.00 Horas

    XXI Concentração Motard à Romaria

    18.30/23.00 Horas

    Espetáculo de Freestyle com Paulo Martinho

    24.00 Horas

    Espetáculo com o grupo rock “A Lady”

    10.30 Horas

    XXII Torneio de Ténis Veteranos “Nossa Senhora dos Remédios”
    Complexo Desportivo de Lamego, Quinta da Timpeira e V. Nova de Souto D`El Rei

    15.30 Horas

    Torneio Internacional de Futsal “Cidade de Lamego”

    22.00 Horas

    Espetáculo com o grupo River Brass Band
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    26 Agosto – Domingo

    10.00 Horas

    XXII Torneio de Ténis Veteranos “Nossa Senhora dos Remédios”
    Complexo Desportivo, Quinta da Timpeira e Vila Nova de Souto D`El Rei

    XXI Concentração Motard à Romaria

    11.00 Horas

    Missa Motard no Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

    Festa em Honra de Nossa Senhora da Esperança

    10.00 Horas

    Missa Solene

    17.00 Horas

    Procissão de Nossa Senhora do Terço

    22.00 Horas

    Concerto pela Sociedade Filarmónica de Lalim
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

    15.00 Horas

    Torneio Internacional de Futsal “Cidade de Lamego”

     

    27 Agosto – Segunda-feira

    22.00 Horas

    Fado de Coimbra com o “Grupo de Fados de Medicina do Porto”
    Largo da Sé Catedral

     

    28 Agosto – Terça-feira

    22.00 Horas

    Espectáculo com a Escola de Concertinas de Lamego
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    29 Agosto – Quarta-feira

    22.00 Horas

    Encontro de Tunas Académicas
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    30 Agosto – Quinta-feira

    22.00 Horas

    Espetáculo de Fado com Mara Pedro
    Parque Isidoro Guedes

     

    31 Agosto – Sexta-feira

    19.00 Horas

    “Folhas Soltas” – Pensamentos de Maria Folha
    Edição da Autora
    Sala de visitas das Caves da Raposeira

    Dia da AE.HTDOURO – Associação de Empresários

    Animação de rua com fanfarras, gigantones, etc. e distribuição de brindes do comércio local
    Ruas da cidade

    20.30 Horas

    Jantar convívio dos comerciantes da cidade de Lamego
    Junto ao espaço da Associação de Freguesias do Sudeste

    22.00 Horas

    “Santos da Casa…” – Espetáculo de música variada popular
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    1 Setembro – Sábado

    9.30 Horas

    Encontro de Antigos Alunos do Patronato Nuno Álvares Pereira

    10.00 Horas

    X Encontro do Núcleo do Porto dos Antigos Alunos do Liceu de Lamego

    15.00 Horas

    Apresentação do Livro “Leituras” – Homenagem de Amigos e Colaboradores ao Professor Fernando Marado – Homem de Cultura

    16.00 Horas

    Tarde da Criança
    Parque Isidoro Guedes

    17.00 Horas

    Jogo de Futebol de Veteranos Sporting Clube de Lamego – Rio Ave
    Estádio dos Remédios

    17.30 Horas

    Caminhada Varandas do Douro à Serra – Ferreiros

    21.30 Horas

    XLV Festival Nacional de Folclore
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    2 Setembro – Domingo

    9.30 Horas

    IX Clássica Internacional Lamego – Serra das Meadas em Ciclismo (Homenagem a Cândido Barbosa) – Av. 5 de Outubro

    10.00 Horas

    Caminhada da Romaria
    Av. Dr. Alfredo Sousa

    22.00 Horas

    Espectáculo com o grupo UskadKasa
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    3 Setembro – Segunda-feira

    21.30 Horas

    XXXV Festival Internacional de Folclore
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    4 Setembro – Terça-feira

    18.30 Horas

    Apresentação do livro “Quartos de Lua e Folhas de Outono” de Braga Amaral
    Salão Nobre da Câmara Municipal

    22.00 Horas

    Show Case da Rádio Douro Sul
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    5 Setembro – Quarta-feira

    22.00 Horas

    Espetáculo com o grupo “Azeitonas”
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

     

    6 Setembro – Quinta-feira

    22.00 Horas

    Grandiosa Marcha Luminosa
    Com carros alegóricos e grupos de figurado vivo que percorrerão as principais ruas da cidade alegrando as nossas festas com cor e alegria.

     

    7 Setembro – Sexta-feira

    GRANDE FEIRA FRANCA

    Carreira das Tílias

    16.00 Horas

    GRANDIOSA BATALHA DAS FLORES
    (O mesmo programa e percurso da Marcha Luminosa da noite anterior)

    24.00 Horas

    Sessão de Fogo de Artifício

     

    De 7 para 8 de Setembro

    Grande Noite da Romaria de Portugal

    Arruadas pelas rusgas populares, grupos de bombos e cantigas ao desafio

    23.00 Horas

    Arraial Popular – Baile com o Grupo Musical MK Music
    Jardim da República

     

    8 Setembro – Sábado

    DIA DE NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS

    10.00 Horas

    Missa Festiva em Honra da Padroeira

    16.00 Horas

    Majestosa Procissão de Triunfo
    Da Igreja das Chagas percorrendo algumas ruas da cidade e terminando na Igreja de Santa Cruz

     

    9 Setembro – Domingo

    10.00 Horas

    3.ª Marcha e Corrida da Mulher Duriense
    Av. Dr. Alfredo de Sousa

    10.00 Horas

    VIII Encontro dos Amigos de Fafel, Ponte de Pau e Oliveiras

    14.00 – 20.00 Horas

    Programa da TVI “Somos Portugal”

    22.00 Horas

    Espetáculo de Paulo Paradela com a participação de Tozé Santos dos PER7UME
    Jardim da República

    No final do espectáculo sessão de Fogo Piro Musical

    Encerramento das Festas da Cidade em Honra de Nossa Senhora dos Remédios

    Sessão de fogo de estoira nos quatro cantos da Cidade

     
     
     
     
     
     
    PROGRAMA RELIGIOSO

     

    30 de Agosto a 7 de Setembro

    Novena

    6.00 Horas

    Angelus e Oração da manhã

    Exposição do Santíssimo Sacramento, com recitação do terço e bênção

    7.00 Horas

    Celebração da Eucaristia, com pregação

    Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

     

    6 Setembro – Quinta-feira

    8.00 Horas

    Procissão da Imagem de Nossa Senhora dos Remédios do Santuário para a Igreja das Chagas

     

    8 Setembro – Sábado

    10.00 Horas

    Missa Festiva em Honra da Padroeira
    Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

    16.00 Horas

    Majestosa Procissão de Triunfo

    Da Igreja das Chagas para a Igreja de Santa Cruz

  • Armamar, Terra de Emoções

    422990_320361094680496_717237656_n.jpgVENHA VER NA SEGUNDA-FEIRA, DIA 20, A CARAVANA DA VOLTA A PORTUGAL EM ARMAMAR! JUNTO ÀS PISCINAS COBERTAS E AO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS! OS CICLISTAS, AS EQUIPAS! E VAI HAVER ANIMAÇÃO PARA TODOS! INSUFLÁVEIS, OFERTA DE BRINDES E MUITO MAIS!

  • PARABENS-DUAS VEZES...........

    VENHO AQUI EM NOME PESSOAL E DESTA PAGINA DAR OS PARABENS AO SENHOR ALFREDO GUEDES GOUVEIA QUE FESTEJA A RESPEITAVEL IDADE DE 100 ANOS-UM SECULO DE VIDA.

    POR OUTRO LADO O SENHOR ALFREDO é TAMBEM VISAVO DE TANIA E TAMARA DOS SANTOS MOSTEIRIN,GEMEAS NASCIDAS DIA 6 DE AGOSTO NA SUIçA,E FILHAS DE ANA CRISTINA DOS SANTOS DE QUEIMADA E SEU MARIDO DAVID,TAMBEM PARA ELES OS NOSSOS MAIS SINCEROS PARABENS,E PESSOALMENTE POSSO DIZER QUE AS BEBES SE PORTAM LINDAMENTE ,ASSIM COMO A MAMA QUE ESTA A RECUPERAR LINDAMENTE.

    carlos tex

  • Saudação aos Bombeiros



    A semana que vai terminar com este domingo, 22 de julho, tem-se apresentado bastante difícil para os vários Corpos de Bombeiros, considerando o volume de fogos e a grandeza de cada um deles.
    Os canais de Televisão têm-nos permitido acompanhar, mais de perto, toda a movimentação e verificar quão dantesca e grave tem sido a situação e o descomunal esforço dos homens que por ali têm labutado.
    Há já uns dias que o fogo deflagrou no Algarve e, para espanto nosso, constata-se que há falta de coordenação, chegando, agora, o dirigente da Proteção Civil a afirmar que houve uma falha de avaliação na grave situação que se vivia, razão porque o fogo continuou a galgar montes e vales, ameaçando bens, pessoas e animais.
    Assim se trabalha neste país, muita gente de secretária e gabinete, mas poucos no terreno real, onde se tem que “dar o litro”, a fim de evitar a propagação das chamas. Ato heroico o dos Bombeiros Voluntários, que esses tais senhores de gabinete, onde abundam dinheiro e mordomias, não conhecem, por falta de vivência, contudo, os proprietários atingidos criticaram os Bombeiros, os que nem um cêntimo levam do fogo, nem da Organização, quando, na realidade, deviam criticar os Comandos Operacionais, os que têm vencimentos garantidos e bons, viaturas próprias dos serviços para as deslocações e uma vida calma, já que veem e comandam o fogo de longe, nas suas carrinhas de apoio (específicas da Proteção Civil), o Centro Nevrálgico das Operações.
    Enquanto isto, os Bombeiros continuam no terreno (sem pensar no dinheiro, somente por uma questão de princípios, numa interação e entreajuda, para socorrer o próximo), na tentativa de dominar o incêndio ou no rescaldo, devido a pequenos reacendimentos, sabendo-se que alguns são de muito longe, de locais bem distantes daquele para onde foram combater o fogo.
    O intrigante é que os Bombeiros correm riscos e sabem da gravidade dos mesmos, mas não param, nem abrandam, seguem sempre em frente. Podem não voltar, mas procuram chegar ao destino a que se propuseram, na defesa de alguém que precise da assistência deles.
    Perante esta atitude, poderemos dizer que ou são loucos ou não têm amor à vida.
    Nada disso, encaram o voluntariado que praticam como uma obrigação, um dever a cumprir, na defesa do seu próximo - seja um bem material (imóvel); seja mata ou floresta; seja um animal qualquer; seja um ser humano; seja rico ou pobre; seja velho ou novo; seja vizinho ou desconhecido; . . .
    Os Bombeiros são os que no terreno arriscam a sua própria vida para defender algo de um seu semelhante...



    Por Adérito Rodrigues,Prof.

  • Informação.


     
    A todos os filhos da terra e amigos:

    São Pedro e São Paulo de Queimada de Armamar.
    ... Foi nomeada a comissão de festas no dia 1 de Julho do corrente para o ano de 2013 composta por:
    Ermelinda Cardoso Pinto, David Cardoso dos Santos, António Pedro Alves Cardoso, Alberto Mondim, Daniela Cardoso Igreja, Emilia Teixeira, Beatriz Friães Fonseca.

    Vamos todos em força ajudar a fazer a festa da nossa terra!!

    Por - A. Carvalho

  • BOAS FERIAS A TODOS

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    EM NOME PESSOAL E DESTA PAGINA,DESEJO A TODOS OS QUE VAO OU ESTAO JA EM PAUSA,UMAS BOAS FERIAS.

    QUE AS VIAGENS E OS REENCONTROS SE PASSEM DA MELHOR MANEIRA POSSIVEL,VOLTEM SEMPRE E TRAGAM NOVIDADES,FOTOS,IDEIAS OU SIMPLESMENTE UM OLà DA TERRA ,POIS NAO VOU TER OPORTUNIDADE DE ME DESLOCAR EM FERIAS  ESTE VERAO.

    COMO PUDERAM VER ESTA PAGINA FESTEJA MAIS UM ANO,JA LA VAO SEIS DESDE QUE ESTE PONTO DE ENCONTRO FOI COLOCADO EM LINHA POR UMA SIMPLES BRINCADEIRA,PARA SE PODER TER MATERIA PARA PUBLICAR CONTO COM VOSSO APOIO.

    APROVEITO TAMBEM A OCASIAO PARA AGRADECER A TODOS OS QUE AO LONGO DOS ANOS ENVIARAM TODO TIPO DE NOTICIAS.

    BEM HAJAM ,ESTA PAGINA é DE TODOS VOS..........

    carlos tex-suisse

  • COMBOIOS DO DOURO: O FINAL ANUNCIADO

    (A rede ferroviária do Douro está moribunda.
    Temos auto-estradas que não usamos porque não há dinheiro para portagens, outras que ficaram a meio da construção, e quando queremos andar de comboio, não os temos.

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    A divisão da rede ferroviária numa rede de serviços públicos e numa rede de turismo, foi uma asneira que se está a pagar caro. A pagar com a própria extinção)
    Ficamos a saber na última semana, e pela voz de um dos administradores da CP, Nuno Moreira, que aquela empresa vai manter o comboio a vapor no percurso histórico (ou o que resta dele) e que num futuro próximo (próximo? O que será futuro próximo? Daqui a dois meses?) não está prevista a supressão de qualquer de qualquer comboio na linha do Douro.
    Estas declarações vieram na sequência de um recente acordo entre a CP e a Turismo de Portugal, no que se refere à rede ferroviária (?) da região e a vertente turística.
    Ouviu-se o senhor administrador, e só acreditou quem quis. Aliás, pareceu-me muito suspeita esta gentil conferência que fez deslocar um administrador da CP, de Lisboa até ao inóspito Douro, mais precisamente, à Régua.
    Quem não pareceu muito convencido, foi o Presidente da Câmara da Régua, Nuno Gonçalves, que se sentou ao lado do senhor administrador. E fez bem em duvidar, porque de cada vez que vem aqui alguém da capital prometer alguma coisa, é certo e sabido chegar lá baixo e mandar-nos uma bordoada.
    Pouco depois de se ter anunciado a destruição da linha do Tua, quando praticamente já não existe rede ferroviária na região e quando ainda recentemente foram suprimidas várias ligações ao Porto, anúncios como os que ouvimos, nem aquentam nem arrefentam.
    Mas vamos aos factos.
    A insistência no “comboio a vapor” e nos custos que acarreta, é algo que não tem cabimento. Os tempos mudam, e não é o vapor do comboio que nos preocupa. Se entendem que não é sustentável, mudem-no, electrifiquem-no. A questão turística não está no “comboio a vapor” mas sim na manutenção de uma certa estética tradicional das carruagens, no seu interior de época, e não no meio que as fazem deslocar-se. Hoje em dia sabe-se da periculosidade das vias a vapor (no que se refere à poluição, como provocadora de incêndios, etc.)
    A manutenção dos percursos históricos não está dependente dos condicionalismos das máquinas a vapor. Está dependente da vontade de os manter e desenvolver. Está dependente de projectos globais.
    E é aqui que a coisa fede.
    Porque não se pode pensar somente na rede histórica. Tem que se pensar na globalidade da rede, como serviço público, meio essencial de deslocação de populações e de mercadorias, e também, claro, na sua vertente turística. Por se andar a separar estas coisas, e não se tratar o assunto como sendo um projecto integrado, que nos andam a cortar troços de rede, a suprimir comboios, a espremer horários.

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    Não há uma rede ferroviária para serviços públicos e outra para fins turísticos. Pelo simples motivo de que, para além desta separação ser muito cara, ambas andarem nos mesmos carris. Não há vias diferentes.
    O problema fulcral da nossa rede ferroviária, que está moribunda no interior do país, é que ela nunca foi considerada como um factor de desenvolvimento, mas como um meio de transporte desactualizado que só se justifica se for rentável. E chegamos a este cúmulo ridículo: não andamos nas auto-estradas porque não temos dinheiro para nelas circular, e não andamos de comboio porque não os temos.
    A desorganização geral deste país e os interesses que regem estas empresas, que funcionam como quintarolas onde cada um trata do seu gado, já nos conduzirem para este beco sem saída.
    Nas auto-estradas os interesses privados são uns, na rede ferroviária os interesses são outros.
    Nunca ninguém pensou em complementar as duas redes, para que as populações ficassem satisfatoriamente servidas por meios de transporte ou vias onde circular.
    Por isso, estes conselhos de administração que andam por aí a desculpar as asneiras da governação, e que vêm cá quando é preciso acalmar os descontentamentos, são o que se espera deles: que cumpram o seu papel de administradores da treta.
    Numa altura de privatizações globais, não nos espanta este corrupio em volta da estratégia da estabilidade, de forma a garantir a paz momentânea que vai permitir a alienação das nossas redes ferroviárias para os privados.
    Há (ou devia haver) uma rede ferroviária no Douro, que integrasse todas as componentes da vida económica e turística da região. Uma rede que se complementasse com a rede viária. Não devíamos andar a tratar este assunto de uma forma avulsa, mendigando cada um o seu quinhão.
    Visto sob o ponto de vista do planeamento com pés e cabeça, devíamos estar a estudar planos globais para a região, da qual a rede ferroviária faria parte, e não andar aos remendos, hoje aqui, amanhã ali.
    A rede ferroviária no Douro, (e em Trás-os-Montes) já foi.

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    Mais um abanão e cai de vez. Como já caíram as auto-estradas, os hospitais, as maternidades, os centros de saúde, o INEM, as freguesias, os Tribunais.
    Por estes lados, tudo é para cair.
    A lógica da governação, comandada por gente que não se apresentou às urnas e que impôs a Passos Coelho um caderno governativo a favor dos seus interesses, assim anda a decretar.
    Passos Coelho, credor desta gente, governa como eles lhe mandam.
    Gente que já mandou em Sócrates e há-de mandar em Seguro.
    Não se pensa a governação como um acto de inteligência ao serviço das populações, mas como um meio de concretizar negociatas.
    Pelo meio, a tragédia do interior que, dia-a-dia, é vítima desta lógica governativa, concentracionista, parcial, interesseira, servindo a avidez de alguns.
    O Douro, muito brevemente, irá ficar sem rede ferroviária.
    Rapa aqui, rapa ali, e lá vão acabando com ela.
    Por muitas promessas que administradores nos façam.
    Avisei.

    Por Francisco Gouveia, Eng.º
    gouveiafrancisco@hotmail.com

  • Armamar chora morte de casal de namorados

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    O funeral do casal de namorados que morreu anteontem após se terem despistado de carro para o Rio Douro, em Folgosa, Armamar, apenas se vai realizar na segunda ou terça-feira, dependendo da realização da autópsia.

    A vila de Armamar chora a morte de Bruno Morais e Catarina Silva, de 25 e 21 anos, que terão morrido vítimas de afogamento quando regressavam a casa depois de uma tarde de convívio com um grupo de amigos. Bruno era bombeiro na reserva e a namorada estudante.

     

    O acidente ocorreu entre as 18h30 e 19h00 de sexta-feira mas os corpos só foram encontrados às 21h00, após os familiares terem estranhado a sua ausência para o jantar.

     

    Uma equipa do Núcleo de Investigação de Acidentes da GNR de Viseu investiga as ciscunstâncias em que se verificou o despiste fatal.

     

  • Gastronomia duriense?

    Louvam-se as iniciativas que têm proliferado pelo Douro, na tentativa de promover os restaurantes durienses.

     

    18547.jpgContudo, há algo que continua muito mal trabalhado: a sua gastronomia regional, que ninguém ainda conseguiu definir. Não existe ainda no Douro, nenhum manual que defina com rigor os pratos tradicionais da região. Aliás, esta deve ser a única região do país que não o possui. E, de todos os trabalhos que vi até hoje, nomeadamente livros de culinária sobre o Douro, alguns de excelentes cozinheiros, nenhum me desvendou os pratos tradicionais da região. E eles existem. As pessoas vão à Bairrada ao Leitão, ao Minho aos sarrabulhos, a Trás-os-Montes à posta e à alheira, à Serra da Estrela aos queijos, ao Porto às tripas, a Matosinhos ao peixe, etc., etc. E ao Douro? O que o distingue das restantes gastronomias? E, sem esta questão devidamente trabalhada, é muito difícil promover a restauração.

    Por Francisco Gouveia, Eng.º
    gouveiafrancisco@hotmail.com