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QUEIMADA ARMAMAR PORTUGAL

  • Chegada de Fatima à comunidade portuguesa-Martigny

    No passado dia 7 ,organizada pela missao catolica portuguesa de Martigny, decorreu uma procissao pelas ruas de Martigny precedida de uma missa. contou com centenas de conpatriotas alguns deles oriundos da nossa regiao.

    de salientar a presença de diveros coros portugueses da regiao valais e tambem de um coro suiço.

    a celebraçao foi este ano conduzido nas 2 linguas, propossionando um excelente momento luso-helvético , que pelo sucesso alcançado sera probabelmente reconduzido.

    mais uma vez por convite de Serafim Santos de Queimada, apoei com a minha modesta contribuiçao fotografica a divulgaçao deste evnto que cada ano que passa ganha importancia na regiao.

    agradecementos aos parocos suiços e português pela celebraçao, aos coros,ao rancho folclorico, aos responsaveis pela decoraçao do andor e às entidades politicas e policiais de Martigny (centro fechado ao transito par permitir a passagem da procissao)

    brevemente um album disponivel nesta pagina.

  • esta pagina recomenda

    A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda a adopção de medidas gerais de prevenção destinadas à população em geral e medidas específicas para pessoas mais vulneráveis aos efeitos do calor, nomeadamente:

    • Crianças nos primeiros anos de vida;
    • Pessoas com 65 ou mais anos;
    • Portadores de doenças crónicas;
    • Pessoas que desenvolvem actividade no exterior, expostos ao sol e/ou ao calor;
    • Praticantes de actividade física;
    • Pessoas isoladas e em carência económica e social.   

     

    Para se proteger dos efeitos negativos do calor intenso tenha em atenção as seguintes recomendações:

    • Mantenha o corpo hidratado e fresco;
    • Mantenha-se protegido do calor;
    • Utilize protector solar com factor igual ou superior a 30;
    • Mantenha a casa fresca;
    • Mantenha-se especialmente atento e proteja-se se tiver algum problema de saúde;
    • Mantenha-se em contacto e atento aos outros;
    • Mantenha-se informado.

     

    Para mais informação:

    • ligue para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24).
    • Em caso de emergência ligue para o 112.
  • Bombeiros de Armamar têm nova ambulância de emergência médica

     

    O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) entregou hoje em Lisboa 25 novas ambulâncias, o maior número de há cinco anos a esta parte, e uma delas tem como destino a corporação dos Bombeiros Voluntários de Armamar (BVA).

    Na cerimónia que contou com a presença do Ministro da Saúde, Doutor Paulo Macedo, em representação de Armamar estiveram João Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal, bem como Fernando Branquinho e Alberto Cochofel, respetivamente Presidente da Associação e Comandante dos Bombeiros Voluntários locais.

    Os BVA vêem assim reforçada a sua capacidade de resposta com este novo equipamento. Trata-se de um Posto de Emergência Médica (PEM), ambulância de socorro que permite assegurar a deslocação rápida de uma tripulação com formação em técnicas de emergência médica ao local de uma determinada ocorrência.

     

  • agradecimento-remerciements

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     Em nome de toda a  família , e na impossibilidade de  o poder fazer a todos pessoalmente, aproveito este meio para agradecer  a todos os familiares, , colegas, amigos,  bem como aos que fizeram questão em estar presentes e que acompanharam o funeral da minha avo ,VIRGINIA  até à sua ultima morada .

    Também, apreciamos a presença de todos os que viajaram de longe e de perto, só para prestar consolo neste momento de grande Dor, bem como aos que de outra forma manifestaram seu pesar por meio de telefonemas,  cartas e mensagens de condolências com amáveis palavras.

    agradecemos tambem a todos os profissionais do lar de Tarouca pelos serviços prestados ao longo destes anos em que cuidaram da minha avo , às entidades catolicas da freguesia e aos profissionais da quinta da barroca que permitiram a reuniao de toda a familia abrindo o seu espaço durante o dia de folga . a todos os profissionais que permitiram o bom desenrolar da cerimonia.

    A todos e em nome da família, concluímos com os nossos sinceros agradecimentos e o nosso, Muito Obrigado e bem hajam a todos.

    Au nom de toute la famille, et dans l impossiblite du pouvoir le faire a tout le monde personnellement, je viens ici remercier tous les parents, collègues, amis, et ceux qui  etait présents et accompagné l'enterrement de ma grand-mére , VIRGINIA jusqu'à sa dernière adresse.

    En outre,  je remercie la présence de tous ceux qui ont voyagé de loin et de près,  pour offrir un peu de reconfort dans ce moment de grande douleur, ainsi que ceux qui, autrement ont exprimé leur chagrin par des appels téléphoniques, des lettres et des messages de condoléances avec aimables paroles.

    merci aussi à tous les professionnels du home de Tarouca pour les services fournis au cours des années qui ont apporter les soins de ma grand-mère, les entités catholiques de la paroisse et la quinta da barroca qui ont permis  la réunion de toute la famille lors de l'ouverture de leur espace pendant leur jour de congé. à tous les professionnels qui ont permis le bon déroulement de la cérémonie.

    Pour tous et au nom de la famille, nous concluons avec nos remerciements les plus sincères .

  • ADEUS AVO

     

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    Mulher de garra, mãe, amiga, avó, bisavó, esposa e viuva...
    com dedicação criou seus filhos...
    os ensinou a seguir o caminho do bem...
    e seus filhos tiveram filhos, e os filhos dos filhos também...
    e todos sempre terão orgulho de falar...
    dessa mulher, que com muita garra
    lutou, contra o tempo, contra a saudade,
    contra a doença, contra o cansaço dos anos..
    minha avó de cabelos longos,
    usada com a experiência da vida,
    minha avó cheia de alegria, que a todos servia...
    minha avó, mulher guerreira,que lutava,que sofria, que cozinhava, que sorria...
    Esta era minha avó, um pouco ALMEIDA, um pouco DOS SANTOS
    e com o passar do tempo, muito VIRGINIA...

    Avó descanse em paz ao lado do Avô.

    Femme, mère, amie, grand-mère, arriere grand-mère, épouse et veuve ...
    dévoué avec ses enfants ...
    a qui à appris à suivre les bons chemins ...
    et leurs enfants ont eu des enfants, et les enfants de ses enfants aussi ...
    et tout le monde sera toujours fier de parler
    de cette femme, qui, avec beaucoup de vigueur
    a lutté contre le temps, contre la distance,
    contre la maladie, contre la fatigue des années ..
    ma grand-mère de cheveux longs,
    usée avec l'expérience de la vie,
    ma grand-mère joyeuse, toujours serviable ...
    ma grand-mère, femmevguerriere, qui a lutée,qui à cuisiner, qui a souffert,qui était souriant ...
    C` était ma grand-mère, un peu ALMEIDA, un peu DOS SANTOS
    et au fil du temps, très VIRGINIA ...

    Grand-mère repose en paix à côté de grand pére

  • CONTINUIDADE.......

    Boa tarde a todos os visitantes e amigos da terra.

    Este ponto de encontro criado para divulgar a aldeia de QUEIMADA atingiu praticamente 160 000 visitantes , mas sem ninguem a querer enviar noticias fara sentido esta pagina continuar?

    é a pergunta que aqui fica no ar.

     

    como sabem eu resido no estrangeiro,seria diferente se estivesse na terra,poderia desse modo alimentar este ponto de encontro com noticias. sendo esta pagina completamente neutra foi o modo encontrado de manter informados os conterraneos de uma maneira imparcial,sem depender de nenhum organismo sendo dessa maneira condicionado nas informaçoes a transmitir.

     

     algumas rubricas foram por agora retiradas da pagina.

     

    este ponto de encontro fica por agora ativo na espera de uma decisao.

     

    seja qual for a decisao,foi,é,e sera com muito gosto que continuarei a gostar da terra de origem da minha familia e que faço questao de visitar a cada regresso a Portugal.

     

    por isso bem hajam a todos e até sempre.

     

    carlos tex

     

  • FESTA DE SAO PEDRO E SAO PAULO 2014 EM QUEIMADA

     

    DIA:28 DE JUNHO (SABADO)

    07.00 HORAS. ALVORADA COM SALVA DE MORTEIROS.

    22.00 HORAS. ACTUAÇAO DO GRUPO MUSICAL ``BANDA ARKADIA``

    24.00 HORAS: SESSÃO DE FOGO DE ARTIFICIO PELO PIROTECNICO (CARLOS GUEDES DE QUEIMADELA)

     

     

    DIA 29 DE JUNHO (DOMINGO)

    07.00 HORAS. ALVORADA COM SALVA DE MORTEIROS.

    08.00 HORAS: CHEGADA DA BANDA DE MUSICA JUVENIL SALESIANA DE POIARES QUE PERCORRERA AS RUAS DA FREGUESIA.

    09.00 HORAS: CHEGADA DA FANFARRA PIONEIROS DE QUEIMADELA,QUE PERCORRERA AS RUAS DA FREGUESIA.

    11.00 HORAS.MISSA CAMPAL EM HONRA DO PADROEIRO SÃO PEDRO ACOMPANHADA PELA BANDA DE MUSICA

    12.00 HORAS:MAJESTOSA PROCISSÃO ACOMPANHADA PELA BANDA DE MUSICA E FANFARRA.

    15.00 HORAS ENTRADA DA BANDA DE MUSICA JUVENIL SALESIANA DE POIARES NO CORETO.

    20.30 HORAS DESFILE DA MARCHA LUMINOSA PELAS RUAS DA FREGUESIA.

    22.00 HORAS ACTUAÇÃO DO GRUPO MUSICAL ``COSTA VERDE``

     

     

     

    DIA 30 DE JUNHO (SEGUNDA-FEIRA)

    07.00 HORAS. ALVORADA COM SALVA DE MORTEIROS.

    08.00 HORAS: CHEGADA DA BANDA DE MUSICA JUVENIL SALESIANA DE POIARES QUE PERCORRERA AS RUAS DA FREGUESIA.

    09.00 HORAS: CHEGADA DA FANFARRA DE ALDEIAS,QUE PERCORRERA AS RUAS DA FREGUESIA.

    11.00 HORAS.MISSA CAMPAL EM HONRA DO PADROEIRO SÃO PAULO ACOMPANHADA PELA BANDA DE MUSICA.

    12.00 HORAS:MAJESTOSA PROCISSÃO ACOMPANHADA PELA BANDA DE MUSICA E FANFARRA.

    15.00 HORAS ENTRADA DA BANDA DE MUSICA JUVENIL SALESIANA DE POIARES NO CORETO.

    20.30 HORAS DESFILE DA MARCHA LUMINOSA PELAS RUAS DA FREGUESIA ACOMPANHADA PELA BANDA DE MUSICA E DESFILE DOS RAMALHOS.

    22.00 HORAS ACTUAÇÃO DO GRUPO MUSICAL ``DOURO LATINO´´

  • aldeias de Armamar e a maçã de montanha

     

    Armamar é um destino surpreendente mesmo para quem acha que já viu tudo! Paisagens únicas entre caminhos totalmente envoltos na natureza.

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    Maçã de Montanha é o nome dado à rota turística criada pela autarquia em parceria com dois agentes ligados ao setor do turismo da região duriense.
    A rota percorre a vertente sul do Município onde a vinha dá lugar a um magnífico jogo de cores e sabores. O recorte das paisagens modifica-se com o aparecimento das macieiras, uma das referências da produção agrícola de Armamar.
    Um produto que sugere que parta à descoberta da maçã de montanha entre os meses de abril e outubro permitindo-o acompanhar o ciclo vegetativo, recolha, armazenamento e escoamento da maçã. O turista pode contactar com produtores, visitar pomares, unidades de armazenamento de maçãs, provar as delícias gastronómicas da região e vislumbrar paisagens singulares que ficarão para sempre registadas na memória.
    Delicie-se com sabores de comer e chorar por mais e aceite o caloroso acolhimento de uma gente que recebe da melhor forma quem os visita. O cabrito assado no forno apresenta-se por todo o município, assim como os conhecidos queijos produzidos em Vila Nova, ex-libris da região. A diversidade de paisagens e condições climatéricas proporcionam a produção de vinhos de excelente qualidade, acompanhamento essencial da gastronomia.
    Nos centros históricos a oferta varia entre as casas de relevante interesse arquitetónico e os monumentos de época que retratam crenças dos povos e costumes ancestrais. Verdadeiros tesouros que levam a história das gentes lutadoras e orgulhosas da região além fronteiras.
    Os visitantes têm a oportunidade de percorrer um território rico em património natural e histórico, vivenciando múltiplas experiências. Um Município excepcional que oferece hospitalidade e emoção a cada descoberta.

    Acompanhe-nos e percorra a rota

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    A partida é feita do monumento erigido a Armamar, Capital da Maçã de Montanha na entrada sul da vila, seguindo para a empresa de armazenamento Pomar Douro. O percurso tem passagem pelas aldeias de Tões e Queimada. É em São Romão que o visitante tem contacto direto com os pomares de macieiras. A ermida da Senhora das Dores em Santiago é local de paragem onde o turista tem a oportunidade de apreciar a beleza histórica e natural da região. Há ainda oportunidade de visitar a fábrica de queijos em Vila Nova. Na localidade de Lumiares envolvemo-nos na história e saberes populares de gentes ligadas às tradições antigas. A viagem continua por Gojim, Armamar e termina na ermida de São Domingos em Fontelo.
    O monumento a Armamar, Capital da Maçã de Montanha simboliza a importância da fruticultura na economia da população. A qualidade da maçã de Armamar é reconhecida a nível nacional e o seu peso na economia da região é relevante. Com cerca de 1600 ha de área plantada, colhem-se por ano uma média de 55 mil toneladas de maçãs.
    A Pomar Douro, produtos agrícolas, Lda. é uma das unidades de armazenamento que possui câmaras frigoríficas onde são conservadas muitas toneladas de maçãs até ao seu escoamento para o mercado. As maçãs passam por controlo de qualidade, desde o pomar passando pelo modo de tratamento até à colheita.
    Em Tões a produção agrícola da freguesia incide na vinha e na fruta com destaque para a maçã. Em tempos e face à intensa produção de trigo e centeio o monte Raso era considerado o grande celeiro da freguesia e arredores. A paisagem deste lugar é singular, daqui se avista grande parte do município num misto de cores e recortes.
    O sector primário é fonte de rendimento da freguesia de Queimada. Os campos possuem grande potencial agrícola destacando-se na produção de vinho, batata, fruta e produtos hortícolas. Queimada situa-se num planalto junto do monte de São Domingos e em pleno vale de Naçarães, local rico do ponto de vista arqueológico. O nome da freguesia de São Romão surge do padroeiro da paróquia. Terra antiga foi-lhe atribuída honra de cavalaria na idade média, isto significa que fora em tempos uma das terras atribuídas a “ricos-homens” para que cuidassem dos cavaleiros que haveriam de servir na guerra. Nos dias de hoje predominam os pomares de maçãs e as vinhas que resultam na produção dos vinhos da região do Távora - Varosa.
    A freguesia de Santiago recebeu carta de foro a 1169 por D. Afonso Henriques. O espólio religioso é rico em história e detalhes. A capela da Senhora das Dores encontra-se fora da povoação e é um marco de culto e beleza. Enquadrada no recinto da feira que se realiza no primeiro domingo de cada mês.
    Em Vila Nova predominam as indústrias caseiras de laticínios e carne, resultado da atividade pastorícia. É conhecida como a terra dos queijinhos de cabra e por um produto que é dos melhores rótulos da gastronomia de Armamar, o Cabritinho.
    A localidade de Lumiares é muito antiga e foi cabeça de concelho e condado. Obteve foral antigo, casa de câmara, vereadores e justiças próprias com juiz. Do espólio destaca-se a capela paroquial da senhora da Graça e o pelourinho transformado em cruzeiro.

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    A Casa Grande em Gojim é o único solar existente no Município. Imóvel de uma beleza arquitetónica, imponência e importância foi residência dos condes de Vila Flor e Alpedrinha. A introdução do pomar em vez de vinha deve-se a D. Francisco Vilhena, engenheiro agrónomo e 9.º conde de Vila Flor e 2.º de Alpedrinha.
    A vila de Armamar está situada numa encosta íngreme e tem aos seus pés a cascata da Misarela. Sede do Município é aqui que se encontram as infra-estruturas e os serviços que dão apoio a toda a população. Do património histórico merece visita a Igreja Matriz de São Miguel de Armamar, monumento nacional. No centro da vila tem à disposição os serviços do posto de turismo.
    Fontelo foi elevado a concelho através de foral Manuelino em 1514, extinguido depois em 1834/35. A ermida de São Domingos é um excelente miradouro e é considerado um dos locais mais bonitos da região para apreciar a beleza do Alto Douro Vinhateiro. Aqui reside o culto antigo da fraga da fertilidade. Consta que os casais que tivessem dificuldades em conseguir ter filhos dormiam ao relento sobre a pedra propiciatória, ou fraga da fertilidade, junto da porta da sacristia da ermida.

    Armamar é Terra de Emoções!
    Integrado na região demarcada do Douro, o município possui características únicas e é nomeado cada vez mais como destino de eleição entre a oferta turística regional. Uma alternativa à tradicional oferta turística massificada.
    Neste projeto colaboram agentes locais de fruticultura, restauração, alojamento, promotores de eventos e agentes de viagens. Os responsáveis pela gestão de cada sítio disponibilizam informação precisa sobre cada local proposto e outras sugestões para que o turista enriqueça a sua visita.
    Uma iniciativa que pretende divulgar a região e torná-la num centro catalizador de oportunidades e potencialidades.

    in:dodouro

  • PASCOA :por Manuel Igreja Cardoso

    Tempo de Páscoa significa hoje em dia cada vez mais, ir para a boa-vai-ela em merecido descanso. Claro que não ouvimos outra coisa se não a crise para aqui e a crise para acolá, mas tão certo como a terra girar em torno sol, é que não falta quem ande no laréu na quadra, que a vida são três dias e o carnaval são cinco, como dizem os brasileiros imperadores da reinação. Digo eu, envolvência religios...a à parte, que nessas coisas, cada um sabe de si e Deus de todos.
    Seja de que modo for, para mim, a Páscoa é também em grande parte o afluir de memórias de tempos idos, quando o dia da Ressureição era significado de ida à Régua com a intenção de se comprar roupa nova. Cara lavada e roupa a reluzir, era no interior esquecido de Portugal condição essencial na visita pascal num tempo que já lá vai há anos suficientes para me começar a pintalgar a cabeça de branco.
    Isso, mais a laranja encima da mesa a fazer par com o envelope com a côngrua para o abade e o cordeiro assado a escorrer no arroz em forno de lenha. Em aldeia que o fosse, repasto assim, só mesmo também em dia do Padroeiro. Nos outros, rezava-se e fazia o sinal da cruz sobre os lábios para entreter a gula, que se dizia ser um dos pecados capitais, só por si suficiente para bilhete de ida sem vinda para junto do mafarrico.
    Não sou de saudosismos, mas a sério que quem me dera nessa época. Não que tenha saudades em jeito de quem quer retorno de modos de vida, não senhor. Serão antes saudades de mim próprio e da altura da vida em que a eternidade era pouco menos que dado adquirido, ou não fosse por sua vez a Páscoa significado de vitória sobre a morte, pelo menos nas palavras escutadas na catequese em aulas que nos preparavam o merecimento de um canto no céu bem à sombra das nuvens por causa do calor.
    Ainda me lembro dos bolos podres, cujo nome nunca entendi. Por acaso ainda um dia me hei-de dar ao trabalho de descobrir a causa de semelhante baptismo. Bem sei que os ditos ainda existem e que até se incrementou o seu fabrico, mas como aqueles, por mais que andem, não fazem igual. Para já os ovos. Acham que ainda encontram galinhas por aí a laurear todo o santo dia na rua a picar no chão para encher o papo? E forno aquecido com lenha de giesta, a melhor para a cozedura da massa amassada amarela por causa dos ovos?
    O Domingo de Páscoa era dia de festa entre os dias de festa. Nem sei mesmo se não suplantaria o dia de Natal em termos de emoção. Era mais alegre. Simbolicamente equivaliam-se dado que num e noutro se celebrava e celebra a vinda de Cristo, mas o simples facto de a Páscoa ser na Primavera, dava-lhe outro encanto. Nem sequer faltavam foguetes no ar anunciar a saída do padre e seus acompanhantes com a cruz para a vista a cada lar da aldeia, todos previamente preparados com varreduras de cima a baixo e soalhos esfregados com água e sabão, pois ter portas adentro que se iria ter merecida todos os cuidados do mundo.
    No dia propriamente dito, podia e pode até estar a chover como tantas vezes sucede, mas a estação das andorinhas é sempre a estação das andorinhas e de mais as sementeiras nas hortas. Só as vistas da paisagem com a terra lavrada amanhada, alisada e direita com régua e esquadro a cobrir as sementes, empanturravam a alma mesmo de quem não de poesias e suas coisas.
    Sabemos que o povo não é suposto como dado a sentimentalismos, porque se tem que estes não enchem barriga. No entanto, a maneira como se entregava e entrega ainda ao granjeio em nada fica a dever ao empenho com que o mais pintado dos poetas dá forma aos seus versos.
    Mas obra de arte também era o salpicão com ovos fritos para a merenda no dia em que se metia o lavrador com a sua junta de bois a lavrar a terra. Ainda agora me escorre água da boca só de me recordar o petisco degustado mesmo ali no terreno encima da toalha estendida, comido com as mãos sujas com a terra igual à que um dia nos há-de comer, mas que enquanto por cá andarmos neste vale de lágrimas, nos dá sustento minimamente devido.
    São memórias simplesmente. Obviamente que não farão os anos andar ao se traz, mas permitindo-me saber de onde venho, ajudam-me a ir para a frente, redimindo-me como posso dos erros para que venha a ser uma pessoa melhor. A Páscoa também é isso. Duvidam? Perguntem a quem sabe que eu agora vou dar uma volta por aí.

  • Armamar na BTL

     

     

    A Capital da Maçã de Montanha marcou presença na FIL em Lisboa no dia de ontem, 12 de março. A ação promocional foi um sucesso e Armamar ultrapassou fronteiras.

    O público entusiasta provou a Maçã de Montanha e levou para casa o que apelidavam de maçã de viagem. A maçã foi distribuída numa pequena caixa adaptada à própria fruta e surpreendeu os mais curiosos.

    Armamar recebeu vários elogios! A maçã dispersou-se rapidamente pelo pavilhão 1 da FIL e ganhou novos adeptos.

    A maçã foi o mote para divulgar o Município, as deslumbrantes paisagens, a nossa hospitalidade, as unidades de alojamento, os nossos restaurantes e gastronomia. Propostas tentadoras que foram bem aceites pelos visitantes.

    O município de Armamar e a Associação de Fruticultores (AFA) promoveram a região e todo o seu esplendor.

    João Paulo Fonseca esteve presente ao final da tarde na cerimónia de abertura que contou com a presença do ministro da economia, António Pires Lima. O presidente prestou declarações à imprensa e participou na emissão em direto do programa da Antena 3, Prova oral, conduzido por Fernando Alvim, um dos embaixadores da Maçã de Armamar.

  • Investimento de 2,3 ME na zona ribeirinha da Folgosa - Armamar

    Armamar, 17 mar (Lusa) - Cerca de 2,3 milhões de euros estão a ser investidos na requalificação e valorização da EN222, na zona ribeirinha da Folgosa, para tornar aquela zona do concelho de Armamar mais atrativa turisticamente, disse fonte autárquica. O presidente da Câmara de Armamar, João Paulo Fonseca, explicou à agência Lusa que, após a limpeza e desmatação dos taludes da margem do Rio Douro, já estão a ser executados os muros de suporte à EN222. Segundo o autarca, esta obra, a executar numa extensão de 800 metros entre o Restaurante DOC e a Quinta da Reduída, "permite criar uma zona de lazer, que pretende ser mais um ponto de referência do turismo no Douro". "O que consta da obra são 800 metros de ciclovia, zona pedonal e uma zona reservada à pesca desportiva no Douro. Era uma obra já esperada há muito tempo", frisou. João Paulo Fonseca explicou que se trata de um investimento de cerca de 2,3 milhões de euros (com IVA), comparticipado por fundos comunitários no âmbito do PROVERE Douro - Região Vinhateira. A obra é promovida pelo município, em colaboração com a Estrutura de Missão do Douro, a Estradas de Portugal, a Agência Portuguesa de Ambiente e o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos. "É uma obra que o município de Armamar já candidatava há cerca de dez anos, mas só agora foi possível ter as condições necessárias para a levar a efeito", acrescentou. Segundo o autarca, durante esta obra "não há uma intervenção direta na plataforma da EN222, há sim um ganho relacionado com a sustentação dos taludes, porque havia zonas onde já se verificavam problemas por causa da erosão do rio". O prazo de conclusão da obra é de dois anos, mas João Paulo Fonseca está convencido de que pode ser encurtado em cerca de meio ano. O autarca avançou que o município tem um outro projeto para criar no mesmo local um "percurso saudável do Douro, onde as pessoas podem fazer despistagem de alguns problemas de saúde".

  • Armamar contra o encerramento do seu Tribunal

    ASSINAR PETIçAO CLIQUE AQUI

    Para: Presidente da República, Primeiro-Ministro, Ministra da Justiça, Assembleia da República

    O Ministério da Justiça tornou público que pretende proceder ao encerramento do Tribunal da Comarca de Armamar baseando-se num movimento processual expectável inferior a 250 processos por ano.
    Considerando que o Tribunal de Armamar é uma entidade cujos serviços são de extrema importância para o nosso município foi apresentada à Assembleia Municipal de Armamar, na reunião realizada em 7 de Fevereiro de 2014, uma moção para repudiar o encerramento do Tribunal desta Comarca.
    No documento da proposta de extinção do tribunal consta a seguinte fundamentação:

    Proposta de extinção
    A Comarca de Armamar apresenta valores, quer de movimento processual quer de população, inferiores relativamente à Comarca de Moimenta da Beira.
    Existem bons acessos rodoviários entre os dois municípios.
    No que respeita às instalações, o Tribunal de Armamar está instalado em edifício da propriedade do Estado Português e o Tribunal de Moimenta da Beira está instalado em edifício das propriedades da Câmara Municipal, este último dispõe de melhores instalações e de condições mais adequadas ao funcionamento do respetivo Tribunal.
    O Ministério da Justiça tornou público que, pretende proceder ao encerramento do Tribunal da Comarca de Armamar, baseando-se num movimento processual expectável inferior a 250 processos por ano. Considerando que, o Tribunal de Armamar é uma entidade cujos serviços são de extrema importância para o nosso município, à Assembleia Municipal de Armamar, na reunião realizada em 7 de Fevereiro de 2014, é apresentada esta moção para repudiar o encerramento do Tribunal desta Comarca.
    O Município de Armamar dispõe de um Posto de Atendimento de Julgados de Paz.
    Assim, tendo em atenção a situação descrita, propõe se a extinção do Tribunal de Armamar.

    A fundamentação utilizada na proposta de extinção não traduz dados concretos mas meras suposições. E depois do caminho apontado, pelo próprio Ministério da Justiça, ter sido a Comarca de Moimenta da Beira, tomamos conhecimento que afinal, sem se ter ouvido fosse quem fosse, neste processo as soluções finais passarão por Lamego e Viseu…
    É falso o argumento apresentado relativamente às qualidades do imóvel onde funciona o Tribunal de Armamar, quanto às condições que o mesmo possui para o exercício das competentes funções. Lembramos que no caso de Armamar o edifício é pertença do Estado Português e é ainda partilhado com outros serviços públicos. É lamentável que não se tenha equacionado nesta decisão unilateral, pouco sensata e de fundamentação parca e falaciosa, que parte da população do concelho de Armamar é envelhecida e, na sua grande maioria, não possui viatura própria, ficando à mercê dos horários dos transportes públicos e da conveniência de familiares ou amigos para que possam efetuar as suas deslocações. A deslocação entre o concelho de Armamar e os concelhos de Lamego ou Viseu, é feita por uma rede de transportes públicos sem alternativas e com horários que obrigam, na maioria dos casos, os cidadãos a perderem dias inteiros para terem acesso a um direito fundamental num estado democrático – a JUSTIÇA e os custos de tais deslocações são bastante onerosos para os cidadãos de Armamar. Pelo que, para os mais idosos e os mais carenciados, as dificuldades de deslocação serão sinonimo de que, nalguns casos não seja feita justiça. A Justiça no concelho de Armamar passará a ser um privilégio das pessoas que a possam pagar e não um direito de todos os seus cidadãos.
    Não se equacionou, igualmente, na deplorável fundamentação apresentada, que uma parte considerada dos processos judiciais do Tribunal de Armamar diz respeito a questões sobre posse de terrenos agrícolas.
    Como o desconhecimento da realidade do país é enorme, o Ministério da Justiça não tem a noção da condição rural do concelho, onde a agricultura é a atividade profissional mais relevante.
    Porque as deslocações aos locais das contendas são bastante frequentes, tal situação exige proximidade e convenhamos que é desejável, para todos, que não se façam deslocar a expensas do erário público, agentes judiciais de Lamego ou Viseu, que nos custarão verdadeiras fortunas.
    Também não se equacionou, na deficiente fundamentação apresentada, que não existem quaisquer encargos fixos com a renda do imóvel pelo mesmo ser propriedade do Estado Português.
    É pois evidente que não existem critérios racionais e concisos que sejam norteadores desta proposta. Trata-se de uma medida avulsa que é desfasada da realidade e do interesse das populações.
    Não se equacionou, na fundamentação apresentada, que a extinção do tribunal de Armamar representa um vergonhoso desrespeito pela Constituição da Republica Portuguesa, um retrocesso inadmissível num pretenso Estado de Direito e uma concentração inaceitável de serviços públicos em concelhos, já de si, privilegiados quanto ao acesso dos seus habitantes, aos mesmos.
    Pelo noticiado na comunicação social, o que, efetivamente, o Ministério da Justiça equacionou, foi uma inaceitável dualidade de critérios no que respeita à decisão ora anunciada, desrespeitando uma vez mais e fazendo tábua rasa do consignado na Constituição da Republica Portuguesa, beneficiando áreas do território nacional em claro prejuízo de outras.
    Em suma, esta proposta mais não é que um atentado inqualificável a Armamar e aos Armamarenses que, estoicamente, resistem, vivem e criam riqueza no concelho e para o país pagando, todos os dias, os enormes custos da interioridade, sofrendo ainda com a tentativa de desertificação, à força, perpetrada pelos que têm obrigação de tratar todos os portugueses de igual forma, o poder central.

    Levando em conta a argumentação supra, foi aprovada por unanimidade na sessão de 7 de fevereiro de 2014 da Assembleia Municipal a seguinte moção, que foi também subscrita pelo Executivo Municipal:

    O encerramento do Tribunal de Armamar representa, pelas razões expostas, uma clara violação da Constituição da Republica Portuguesa, nomeadamente do previsto na alínea d) do artigo 9º (Tarefas Fundamentais do Estado), que aqui se transcreve:
    “Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efetivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais”, e do previsto no número 1 do artigo 20º (Acesso ao direito e tutela jurisdicional efetiva) que aqui também se transcreve: “A todos é assegurado o acesso ao direito e aos tribunais para defesa dos seus direitos e interesses legalmente protegidos, não podendo a justiça ser denegada por insuficiência de meios económicos”, razão pela qual não pode esta assembleia, como representante dos munícipes de Armamar, deixar de condenar de forma cabal e veemente, as intenções agora expressas pelo Ministério da Justiça.
    Esta assembleia tem o dever de exigir que se cumpra a Constituição da República Portuguesa e que sejam respeitados os direitos, liberdades e garantias dos Armamarenses. Esta Assembleia Municipal tem o dever de exigir que, incondicionalmente, o Ministério da Justiça retroceda na intenção anunciada de encerrar o Tribunal de Armamar. Esta Assembleia Municipal tem o dever de exigir que o Executivo Municipal utilize todos os meios ao seu alcance para impedir tal procedimento.

  • FOI ESTA A EUROPA QUE NOS PROMETERAM?



    (Depois de nos destruírem a agricultura, as pescas e a indústria, impingiram-nos o Euro, tornaram-nos subsídiodependentes, e agora sufocam-nos com exigências descabidas.
    Prometeram-nos o céu, e deram-nos o inferno)

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    Quando, em 1974, nos libertamos da ditadura, começamos finalmente a caminhar livremente pelo nosso pé.
    Depois da Revolução de Abril, cometemos muitos erros, é certo, mas possuía-mos alguns alicerces onde nos agarrarmos, como seja uma agricultura que ainda mexia, uma frota pesqueira a que faltava somente um empurrãozinho, estaleiros de fama mundial, uma indústria instalada e diversificada, e uma moeda forte, que havia resistido sem abalo a duas guerras mundiais e ao isolamento a que nos votou o salazarismo.
    Éramos nós a tomar conta de nós, e depois de um período de instabilidade política, conseguimos finalmente a pacificação, entrando o regime democrático nos eixos.
    Não dependíamos de ninguém, e podíamo-nos gabar de termos saído airosamente de uma ditadura. E mesmo a descolonização (quanto a mim apressada e muito pouco ponderada), que encheu o país de regressados das ex-colónias a que tivemos de dar resposta, abalou-nos as Finanças mas não nos fez cair.
    O Banco de Portugal abarrotava de ouro, sendo uma das maiores reservas do mundo.
    A pouco e pouco, o tecido social e económico ia-se adaptando aos novos tempos.
    Até que, com estratégia bem montada, nos foram impingindo a Europa. A tal Europa, topo da civilização, única área do planeta onde se cultivava a sério os Direitos Humanos, e onde se cuidava com prioridade, do bem-estar dos cidadãos.
    E lá fomos, atrás da tal Europa que, anos antes, nos havia levado braços de trabalho no éden da emigração.
    Depois, foi o emoldurar do quadro, com as promessas de ajuda para o nosso desenvolvimento imediato. E nessa conversa, encheram-nos de dinheiro, e nós, sem ninguém que nos controlasse, desbaratamo-lo em cimento e betão, esquecendo que a riqueza dos povos é a sua massa humana.
    Nessa altura, não cuidou a Europa de fiscalizar o destino dos triliões que aqui metia. Pelo contrário, em contrapartida, foi-nos minando, destruindo a nossa agricultura, as pescas e a nossa indústria. Num instante nos tornamos dependentes do dinheiro com que nos comprava a independência.
    Cá dentro, políticos pouco avisados e interesseiros, foram alinhando com as posições europeias, e nós, a confiar neles.
    E foi o que se viu. E é o que se vê.
    E a mesma Europa que tão lícita foi em nos meter cá dentro tanto dinheiro, é agora a usurária que nos exige couro e cabelo. É a mesma que agora nos põe a pão e água. É a mesma que, depois de ter destruído a Grécia, se prepara para nos destruir.
    E porquê?
    Bruxelas, longe de ser o organismo máximo que dirige a Comunidade, cedo se transformou no maior centro do mundo de tráfico de influências, onde os mercados mandam, e onde se impõem regras conforme convém aos senhores do mundo, hoje em dia já contabilizados e detentores da maioria do dinheiro e bens que circulam no planeta.
    Não podemos, por tal, esperar grandes ajudas e compreensões de lá, onde, por acaso, manda um português, nem do Banco Central Europeu onde vice manda outro Português, nem ao Centro de Estudos onde impera outro português, ainda recentemente o pai da nossa maldita austeridade.
    Tínhamos acabado de sair de uma ditadura – dizia eu, e mal sabíamos que, com outro disfarce, caminhávamos para outra, décadas após.
    Porque é uma ditadura, este estado em vivemos.
    A nossa dívida é, tecnicamente, impagável. O dinheiro dos nossos sacrifícios, não resolve nada. Nem atenua.
    Esta semana, fomos surpreendidos. Depois de tanto sacrifício, ficamos a saber que o FMI ainda não estava satisfeito, e já nos exige um corte de 2.000 milhões, este ano, e cerca de 1.000 milhões para o ano.
    São insaciáveis, estes usurários.
    Mais valia terem-nos deixado estar, neste cantinho, com uma democracia conquistada, uma moeda que era nossa, e um futuro que estava somente nas nossas mãos.
    Assim, perdemos pau e bola.

    Por Francisco Gouveia, Eng.º
    gouveiafrancisco@hotmail.com

  • Open Day nas piscinas cobertas de Armamar

    Open Day nas piscinas cobertas de Armamar No próximo dia 22 de Fevereiro, a Câmara Municipal de Armamar e a empresa Armamar Invest Mais promovem um dia grátis nas piscinas cobertas. Neste dia são dados a conhecer todos os serviços disponíveis no espaço. Os participantes podem aceder gratuitamente à zona das piscinas e do ginásio. Os instrutores preparam um programa envolvente e com atividades específicas entre as quais natação para bebés, ginástica localizada, hidroterapia, zumba, hidroginástica, cycling entre outras. Haverá também avaliação física feita durante o dia por técnicos especializados. Um evento que promete dinamizar Armamar num dia saudável, animado e pouco calórico.

  • « ESCÂNDALO NACIONAL«, disseram eles

    Na edição deste jornal, do dia 06 do mês corrente, vem um artigo, cujo cabeçalho reza assim: «Poucos, mas ainda há autarcas sérios - antigo autarca da Câmara de Armamar, Hernâni Almeida, que esteve à frente do município ao longo de 28 anos, prescinde de subsídio de mais de 50 mil euros».
    Diz bem…… poucos, mas ainda há autarcas sérios. Se Diógenes hoje fosse vivo, iria parar de perder mais tempo: encontraria em Terras lusas, o Homem que tanto procurava e nunca encontrou em Terras helénicas!
    Num artigo da edição nº 771 do semanário Tal&Qual, de 31 de Março a 06 de Abril de 1995, em letras “garrafais”, pode ler-se:
    «Deputados vão p’ra casa com milhões no bolso.
    ESCÂNDALO NACIONAL
    A pretexto de precisarem de “apoio”para se “reintegrarem na sociedade”quando deixam a política, centenas de deputados receberam balúrdios em “subsídios “ – e muitos deles, no dia seguinte, já estavam de volta às lides partidárias»!
    No fundo da primeira página do jornal, uma nota: «Lista completa dos magníficos sacadores nas páginas 2/3». E alguns lá estão com fotografia e tudo!
    Ainda na página 02, escreve:
    «OS POLÍTICOS SACAM MILHÕES EM SUBSÍDIOS»
    «Os deputados podem pedir um “subsídio de reintegração”quando abandonam o Parlamento. Até hoje, 212 já o fizeram, custando ao erário público quase 200 mil contos. A eurodeputada X do PS, foi a que recebeu mais: 6.362 contos para refazer a sua vidinha!»
    «A Lei 4/85 é clarinha como água: aos titulares de cargos políticos (fundamentalmente membros do Governo e deputados) que não tiverem completado 8 anios de exercício é atribuído um subsídio de reintegração. Montante. Um mês de ordenado por cada semestre em que tenham estado a exercer tais cargos.»
    Daqui se se cpmpreende que quem tenha completado 8 anos nos ditos cargos passou usufruía de uma pensão vitalícia, do dinheiro que nós pacóvios, depois de durante muitos anos depositamos à guarda das Caixas de pensões; dinheiro que fez parte do rendimento mensal, (e já pagou impstos), para uma justa pensão de reforma, que o Estado, ilegalmente agora distribui por quem lá não pôs nenhum!
    O jornal não se fica por aqui, mas o relatório é tão extenso que seria maçador ir mais além.
    Há um ditado muito conhecido que diz: «Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, é burro ou não tem arte!» Pensando bem, poderemos concluir que os nossos iluminados podem não perceber patavina de como se governar um pequeno País como o nosso, mas com respeito a partir e repartir, são exímios artistas! Para parecer que vivemos em democracia pedem-nos que os elejamos; depois, são eles quem escolhe os trunfos e são eles quem faz a partilha da maneira que mais lhes convém; sacam-nos o dinheiro que entendem, e nós não temos nada com isso!
    Escrevo este artigo, para confirmar o que consta no artigo do Notícias do Douro acima referido: em Portugal ainda há, mas poucos, políticos sérios, embora, parece que não são, mas deviam ser todo; é que no meio daqueles 200 magníficos inscritos na lista, há um caso que merece ser mencionado: O deputado do CDS, senhor Luís Beiroco, que recebeu 1.900 contos e, como passado pouco tempo voltou a exercer funções, repôs metade, no montante de 947 contos. Para além dos 212 deputados constantes da lista houve ainda mais 30, também descritos noutra lista do mesmo artigo a quem por motivos jurídicos foi recusada a atribuição daquele subsídio, onde constea também que os subsídios atribuídos a deputados do PCP, reverteram a favor do partido.
    Razão tinha Salazar, quando dizia que a liberdade que os seus opositores queriam era a liberdade deles! O 25 de Abril permitiua que os oportunistas se assenhorassem da liberdade usando-a a seu favor, foi para eles o azo para um fartar vilanagem, para todas as conveniências, e puseram este povo outrora altivo e forte a rastejar de joelhos e mão estendida perente o mundo!
    Para mal dos nossos pecados, não temos governantes com T…tês para fazer os culpados pagarem pelo mal que fizeram, obrigando assim os inocentes pagarem pelo mal que não fizeram!

    Por J Guerra 15-12-13 in:dodouro,dezembro